quarta-feira, 20 de junho de 2012

English: A Crazy Language

This is a very interesting text about the English language. You can't miss it!!!



This crazy language, English, is the most widely used language in the history of our planet. One in every seven humans can speak it. More than half of the world's books and 3 quarters of international mail is in English. Of all the languages, it has the largest vocabulary perhaps as many as 2 MILLION words. Nonetheless, let's face it—English is a crazy language. There is no egg in eggplant nor ham in hamburger; neither apple nor pine in pineapple. English muffins weren't invented in England or French fries in France. Sweetmeats are candies while sweetbreads, which aren't sweet, are meat.
We take English for granted. But if we explore its paradoxes, we find that quicksand can work slowly, boxing rings are square and a guinea pig is neither from Guinea nor is it a pig.
And why is it that writers write but fingers don't fing, grocers don't groce and hammers don't ham? If the plural of tooth is teeth, why isn't the plural of booth beeth? One goose, 2 geese. So one moose, 2 meese? One index, 2 indices?
Doesn't it seem crazy that you can make amends but not one amend, that you comb thru annals of history but not a single annal? If you have a bunch of odds and ends and get rid of all but one of them, what do you call it? If teachers taught, why didn't preacher praught? If a vegetarian eats vegetables, what does a humanitarian eat? If you wrote a letter, perhaps you bote your tongue?
Sometimes I think all the English speakers should be committed to an asylum for the verbally insane. In what language do people recite at a play and play at a recital? Ship by truck and send cargo by ship? Have noses that run and feet that smell?
How can a slim chance and a fat chance be the same, while a wise man and wise guy are opposites? How can overlook and oversee be opposites, while quite a lot and quite a few are alike? How can the weather be hot as hell one day and cold as hell another?
Have you noticed that we talk about certain things only when they are absent? Have you ever seen a horseful carriage or a strapful gown? Met a sung hero or experienced requited love? Have you ever run into someone who was combobulated, gruntled, ruly or peccable? And where are all those people who are spring chickens or who would actually hurt a fly?
You have to marvel at the unique lunacy of a language in which your house can burn up as it burns down, in which you fill in a form by filling it out and in which an alarm clock goes off by going on.
English was invented by people, not computers, and it reflects the creativity of the human race (which, of course, isn't a race at all). That is why, when the stars are out, they are visible, but when the lights are out, they are invisible. And why, when I wind up my watch, I start it, but when I wind up this essay, I end it.

Fonte: http://www.appleseeds.org/english1.htm

terça-feira, 19 de junho de 2012

Nice message with animation!


Mensagem realizada no site: http://www.fodey.com/generators/animated/

Trabalhos alunos da 8ª série / 9º ano

Imagem de alguns trabalhos dos alunos da 8ª série / 9º ano sobre biografia. Essa atividade faz parte do caderno do aluno 1º Bimestre e é muito significativa para os alunos. Primeiro realizamos o passo a passo em cada situação de aprendizagem. Então, fomos à sala de informática para pesquisar mais sobre o famoso escolhido pelo grupo e encontrar uma foto. Os alunos fizeram o rascunho na sala de aula com meu auxílio e enfim, terminaram-no em casa.




Dinâmicas simples para o dia-a-dia

Gostaria de partilhar com vocês algumas atividades simples que uso no dia-a-dia, em fins ou começo de aulas.

                                                         MÚSICA SEMPRE

Com as crianças do Fundamental 1, sempre inicio a aula com uma música. Então inicio a aula contando uma história, com desenhos na lousa, ou cartazes, ou fantoches, procuro variar. Gosto de usar músicas e vídeos de músicas também, quando não encontro, invento, busco uma melodia conhecida ou não e crio uma musiquinha para gravar o conteúdo. As palavras ficam contextualizadas, eles amam!!!

No Fundamental 2, no início do ano, divido a sala em grupos e 1 vez a cada 15 dias, ou por semana, dependendo da disponibilidade de tempo, os grupos trazem uma música do interesse deles, desde que não haja besteiras ou palavras muito pesadas, é claro.  Então eles preparam uma atividade com a música. É claro que no primeiramente, eu levo algumas músicas, faços atividades variadas que encontrei no site de música que já sugeri ( http://www.musicalenglishlessons.org/ para que eles vejam como trabalhar com  música. Mas eles surpreendem, alguns criam atividades bem legais. Esses dias, um grupo da 8ª série, levou a música "Firework", da Katy Perry. Eles entregaram a letra em inglês para os demais grupos, passaram um vídeoclip e depois pediram para os alunos escreverem o que entenderam da música pelas palavras cognatas ou conhecidas e o clip. Foi muito legal! Os alunos conectaram o conhecimento da música à imagem. O próximo grupo está preparando uma palavra cruzada com palavras da música, depois conto como foi. Essa atividade vai se desenrolando no decorrer do ano. Avalio tanto os alunos pertencentes ao grupo que está apresentando a música, como a participação dos demais. Tem surgido ótimos resultados nas aulas.

    RESPONDENDO A CHAMADA DE MODO INTERATIVO
Para fazer chamada, às vezes peço para eles responderem com alguma palavra referente ao assunto q estamos estudando, por exemplo, se o assunto é "animals", quando chamo pelo número, eles respondem: cat, o outro, dog, e assim por diante. Só pode repetir, depois que já foram todos os animais que aprenderam, eles se ajudam, é bem interativo. Isso pode ser usado em qualquer série.

                                                      CAÇA-PALAVRAS RELÂMPADO

Sabe aquele finalzinho de aula, ou após a prova, quando não dá para começar um novo conteúdo e os alunos já estão cansados   Então, costumo jogar uma palavra na lousa, na diagonal e os alunos devem escrever palavras em inglês que contenham as letras dessa palavra, em forma de caça-palavras. Pode ser dentro de um assunto, ou não.  Por exemplo, o assunto países, então faço uma tabelinha com a palavra ENGLAND na diagonal.

E
                                                            N
                                                                  G
                                                                        L
                                                                              A
                                                                                    N
                                                                                          D
Assim, os alunos devem escrever palavras que iniciem com E, que tenham N, G... no meio, termine com D, e assim por diante. O primeiro a terminar, diz stop.

                                                       BINGO
Bingos de números, palavras, verbos, adjetivos, também são bem vindos em qualquer série. O difícil é arrumar prêmio... Mas estou fazendo uns marca páginas, colando em EVA ou papel cartão para algumas séries, eles estão gostando.
Com os verbos também costumo fazer cartões com verbos no infinitivo, no passado e a tradução. Então distribuo entre os alunos e um começa dizendo o que tem nas mãos, por exemplo, ele diz TO EAT,  quem está com a tradução logo diz: COMER, o aluno que estiver com a forma no passado, tem que dizer: ATE. Assim, eles aprendem e interagem. Depois vou variando as formas.

                            CHAMANDO O COLEGA PELO NÚMERO.
Uma atividade legal para trabalhar com número que não agita muito os alunos, e isso é bom, é sentá-los em roda onde cada um é um número, pode começar de qual número quiser. Deixa-se um espaço vazio à direita de um aluno, este tem que chamar um número para sentar ao seu lado, o aluno que corresponde a esse número deve sair de seu lugar e sentar ao lado do colega que o chamou. Então quem fica com a direita vazia, chama outro número, e assim por diante. Até a 6ª, início da 7ª série eles se interessam bem, querem ser chamados a todo momento, reclamam se não foram chamados, então é legal. Depois dessa idade, é mais complicado, não se interessam muito por atividades mais paradas.

 Hoje, fica por aqui, depois eu lembro de mais e compartilho!

Good class! Have fun!

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mini-projetos_Inglês

Esses projetos são bem simples e podem ser adaptados para qualquer série. Aproveitem o recesso para prepará-lo e aperfeiçoá-lo. É isso que vou fazer. Depois partilho os resultados...

Fonte: http://pt.scribd.com/doc/87038511/PROJETOS-DE-LINGUA-INGLESA
By Victor Kirylko

LÍNGUA INGLESA X MÚSICA E DANÇA

 Gostaria de relatar um projeto sobre música (em inglês) e dança, já considerando que isto se encontra bem próximo do adolescente e assim é mais fácil atingi -lo.
Peço que a classe se divida em grupos, mas o trabalho também pode ser realizado individualmente. A partir daí, escolhem uma música (da qual também possuam o CD, a letra e, se possível, a tradução.)

Para que gravem a pronúncia e a melodia, é recomendado que ouçam a música por diversas vezes acompanhando-a pela letra; dessa forma, após algumas audições, já devem procurar cantá-la junto com o CD. Tudo isso, como já disse, repetidamente até se sentirem seguros. Alguma dúvida de pronúncia pode ser tirada com o professor.
Passada a primeira parte de fixação da pronúncia e melodia, o grupo cria uma coreografia (dança, vestimenta, pintura no rosto, etc.) para a música.

Quanto à letra da música, se o grupo tiver a tradução, deverá elaborar um cartaz em papel pardo ilustrando-a com recorte e colagem ou desenhos (cerca de 03 por estrofe) a partir da mensagem da mesma. Se o aluno não tiver a tradução da letra, o cartaz será feito ilustrando-se as palavras chaves ali encontradas - alguns cognatos (palavras semelhantes ao português em som e grafia) e outras que ele já conhece. Todo este último processo é repetido na sala de informática: o aluno digita a letra de música e ao lado de cada estrofe coloca as ilustrações que achar adequadas utilizando-se do recurso "Clip-art" ou outro disponível no computador.
Agora toda a sala já está pronta para a atividade. Grupo por grupo, todos são chamados para a apresentação, quando então cantam e dançam a música que escolheram, auxiliados pelo CD da mesma, que é colocado em volume baixo apenas para os alunos se deixarem guiar pelo ritmo. Quem preferir, pode trazer instrumentos e fazer o acompanhamento por si mesmo. Esta parte é filmada e depois todos ficam ansiosos para saber de seu desempenho.

Finalmente, colo todos os cartazes das músicas na parede e vou fazendo a leitura das letras uma a uma com os alunos. Quando já fixaram a pronúncia, cantamos todos juntos.

MÚSICA E DANÇA PARA CRIANÇAS

O outro projeto também é com música e dança, só que para crianças, portanto, são trabalhadas canções tipo folclóricas (Happy birthday, Are you sleeping, Row your boat, Head and shoulders, Old Mac Donald, Ten little indians, canções com números, letras, dias da semana e outras).
Como o conhecimento de vocabulário ainda é pequeno nessa faixa de idade, as canções já são passadas com a tradução. Assim como no projeto anterior, a partir da mensagem de cada uma o aluno vai criar algums desenhos no sulfite para ilustrá-la, com a letra em inglês ao lado.

A apresentação propriamente dita também funciona a partir da mensagem. O aluno cria um "teatrinho" para a música que escolheu e vai apresentá-lo para a classe. Por exemplo, quem escolheu Happy birthday" vai montar uma festa de aniversário real, pode ser para algum coleguinha de sala que seja o aniversariante daquele mês. Pesquisa-se o vocabulário em inglês a respeito dos comes e bebes e utensílios de cozinha necessários e, depois da mesa pronta, cola-se sobre cada componente da festa um papel com o seu respectivo nome em inglês (assim o aluno estará em contato com aquela palavra nova durante toda a festa).
A música "Head and shoulders", como fala do corpo humano, pode ser apresentada em forma de ginástica; a música dos números tem o ritmo típico de uma marcha de soldados e assim ela é representada. Já "Row your boat" fala sobre um barco navegando num riacho, então os alunos fazem uma fila, cada um colocando as mãos nos ombros do colega da frente e "navegando" pela sala (o riacho) como se fossem um barco. A música "Ten little indians", o nome já diz, fala sobre uma tribo. Um aluno fica no meio representando o "homem branco" que foi preso e os outros ficam dançando e cantando a música ao seu redor, todos vestidos de índio, e assim por diante.

 

VOLLEYBALL , RAP E O VERBO "TO BE"
Outro projeto é sobre o amado e odiado verbo "to be".
Depois de praticar em aula as apresentações com o verbo "to be, vamos para a quadra "jogar vôlei com o verbo to be". Reuno a classe, digo que vamos fazer a escalação do verbo "to be" e vou perguntando quem é o capitão (o primeiro na conjugação) e em seguida peço a continuação do "time". Divido os alunos em três grupos, falo que vamos jogar vôlei, só que ao arremessar a bola um para o outro, cada um que a recebe deve falar a conjugação do verbo "to be" na continuação correta.
Com relação à parte escrita, durante o ano os alunos vão fazendo vários trabalhos de recorte e colagem ou desenhos construindo frases com o verbo "to be".
Neste momento, quando todos já fixaram a conjugação corretamente, fazemos o concurso do "rap do to be": cria-se uma letra de música estilo "rap" (ou outro, se preferirem) em cima da conjugação, com direito a rima e tudo o mais. Para provar que é uma atividade fácil, primeiro o professor cria a sua e canta para eles.. Ela é escrita em papel pardo e o último passo é apresentá-la para a sala, com o grupo cantando e dançando.

Uma boa reflexão aos educadores

"Tolerar que o aluno viva sem disciplina, deixá-lo que cresça com seus defeitos e permitir-lhe que faça o que lhe apraz, não é amá-lo e nem respeitá-lo"
Marcelino Champagnat

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Mensagem de motivação

EDUCADOR: ESSA É PARA NÓS!!!

Essa mensagem é primeiramente para mim. Acabei de ter uma decepção com ingratidão de alguns alunos do noturno e cheguei a sentir vontade de desistir. Então, ao chegar em casa, resolvi procurar alguma mensagem para postar hoje no blog e encontrei essa... Não dava para deixar de compartilhar com vocês. Aliás, em nossa profissão, sempre nos deparamos com momentos desistimulantes, mas não podemos desistir, nem desanimar...

Avance Sempre

Na vida as coisas, às vezes, andam muito devagar.

Mas é importante não parar.

Mesmo um pequeno avanço na direção certa já é um progresso, e qualquer um pode fazer um pequeno progresso.

Se você não conseguir fazer uma coisa grandiosa hoje, faça alguma coisa pequena.
Pequenos riachos acabam convertendo-se em grandes rios.

Continue andando e fazendo.

O que parecia fora de alcance esta manhã vai parecer um pouco mais próximo amanhã ao anoitecer se você continuar movendo-se para frente.

A cada momento intenso e apaixonado que você dedica a seu objetivo, um pouquinho mais você se aproxima dele.

Se você pára completamente é muito mais difícil começar tudo de novo.

Então continue andando e fazendo.

Não desperdice a base que você já construiu.

Existe alguma coisa que você pode fazer agora mesmo, hoje, neste exato instante.

Pode não ser muito mas vai mantê-lo no jogo.

Vá rápido quando puder. Vá devagar quando for obrigado.
Mas, seja, lá o que for, continue. O importante é não parar!!!


(Autor desconhecido)
Fonte: http://www.otimismoemrede.com/avancesempre.html


terça-feira, 12 de junho de 2012

Dinamics and Ice-breakers

Inicie o ano letivo ou o semestre com alguns "ice-breakers"! É claro que elas também podem ser utilizadas no decorrer do ano letivo!!!


Gincana - INGLES

Essa pode ser feita para dar uma relaxada e também aproveitar para recordar cores, verbos, etc. Divida a classe em dois grupos, cada grupo ficará em um canto da sala, um do lado direito e outro do lado esquerdo.

Em cima de sua mesa, deixe uma campainha, dessas que se usam em hotéis para chamar quando o empregado não está. Você fica na frente com sua lista e se for professor de inglês peça: "something wet", "something yellow", "used to write", "you write on it", etc. A cada objeto pedido, um dos membros do grupo deve correr e levar o objeto à sua mesa, se estiver correto, bater a campainha. Dê a ele uma fichinha. No final da gincana os grupos contam as fichas, ganha o grupo que tiver mais fichas. Se for professor de espanhol, deve pedir coisas como "algo mojado", "algo amarillo", "que se usa para escribir", etc. Sua imaginação e o vocabulário que eles conhecem e você pretende dar um "refresh" é que irão determinar o que você vai pedir na gincana.

Esse jogo pode ser feito em 15 ou 20 minutos finais da aula, é bem rápido, mas como eles têm que correr além de procurar as coisas, costumam ficar cansados e suados - hora de irem pra casa.

Fonte: http://coelhodacartola.blogspot.com.br/

By: Zailda Coirano

Jogo para praticar o Past Simple


Material: algumas folhas de cartolina cortadas em pedaços no formato de uma folha A4 cortada ao meio; canetas coloridas. Escrever verbos (regulares e irregulares) em um tamanho que os alunos possam ler.

Preparação: colocar os alunos sentados em círculo (na carteira ou no chão mesmo).

Como jogar: coloque todos os pedaços de cartolina cortados na mesa, retire o primeiro e mostre à classe. Suponhamos que seja o verbo "to go". Diga então: "Yesterday I went shopping... Aponte o primeiro aluno, pegue o segundo cartão, suponhamos que seja "to buy". Ele deverá dizer: "Yesterday I went shopping and bought a ball...". Retire o próximo cartão, suponhamos que seja "to eat", o aluno na sequência deverá dizer: "I went shopping, bought a ball and ate a hamburger..."


O aluno que errar ou esquecer sai da roda, coloque todos os cartões de volta, embaralhe, retire um e recomece do aluno seguinte ao que errou. Vá jogando até sobrar apenas um aluno, ou acabarem os cartões, ou acabar o seu tempo.

Para a primeira rodada, para os alunos não terem muita dificuldade, coloque os verbos numa sequência lógica: ir, comprar, comer, beber, descansar, etc. Da segunda rodada em diante é cada um por si, já que você irá embaralhar as cartas.

Fonte: http://coelhodacartola.blogspot.com.br/
By: Zailda Coirano


AUTOGRAPH LIST
Gosto muito dessa atividade como "icebreak" ou para o início do 2º semestre. Os alunos devem percorrer a sala e encontrar pessoas segundo as descrições enumeradas de 1 a 10 e pedir seu autógrafo. O aluno que completar primeiro, ganha. É muito bom para introduzir verbos na 3ª pessoa. É mais indicado para séries mais avançadas...

Find someone who...

1. loves dogs: _______________________________________________

2. hates cats: _______________________________________________

3. is wearing pink: ___________________________________________

4. is wearing black: __________________________________________

5. has been abroad: _________________________________________

6. is beautiful / handsome: ____________________________________

7. plays an instrument: _______________________________________

8. loves dancing: ____________________________________________

9. loves music: ______________________________________________

10. doesn’t  like chocolate: ____________________________________


Fonte: Encontro Pedagógico para professores de Inglês, Sistema de Ensino: Objetivo, 2010.


Você sabe como seu aluno aprende?

Gostei muito dessa reportagem que estudamos hoje no ATPC da E.E. Cel. Nhonhô Braga", Piraju/SP sobre a necessidade em saber como o aluno aprende. Esse texto é útil para professores de todas as disciplinas. Gostaria de compartilhá-lo com vocês.


Juan Delval: "É essencial saber como o aluno aprende"

Segundo o autor espanhol, que pesquisa as concepções sociais de crianças e jovens, é necessário entender quais são elas para ensinar bem

Muito se fala em "levantar o conhecimento prévio do aluno", mas pouco se sabe realmente sobre os caminhos do pensamento infantil. Não existe um ponto de partida zero para ensinar ou aprender. Todos possuímos um conhecimento, além de representações e modelos elaborados e estabelecidos individualmente, para entender o mundo.

Por compartilhar dessa visão, o autor espanhol Juan Delval centrou seu trabalho na pesquisa sobre o desenvolvimento do pensamento científico e no levantamento do que as crianças acham sobre questões sociais. Conhecer as concepções delas, de acordo com ele, é um passo importante para ensinar bem. "Uma vez que um dos objetivos da escola é levar os estudantes a formar representações adequadas do mundo em que vivem, o educador precisa ter como referência essas ideias preconcebidas para realizar sua tarefa satisfatoriamente."

Catedrático de Psicologia Evolutiva e de Educação na Universidade Autônoma de Madri, Delval foi coordenador do Programa de Doutorado em Desenvolvimento Psicológico e Aprendizagem Escolar da mesma universidade. Tem realizado conferências e pesquisas em vários países ibero-americanos, entre eles Brasil, Chile, Argentina, Colômbia, Cuba e México. Nesta entrevista, concedida a NOVA ESCOLA quando esteve no país, em novembro do ano passado, Delval conta as principais descobertas sobre a concepção de crianças e adolescentes a respeito da sociedade.

Suas pesquisas focam as idéias infantis em relação à sociedade. Elas podem ajudar a escola a ensinar?
DELVAL
Sim. Comecei a pesquisar o tema em 1971. Entre os assuntos estudados, destaco o desenvolvimento das noções econômicas em crianças e jovens, a percepção que eles têm da estratificação social e dos próprios direitos, além do que pensam sobre Deus. Em todos os levantamentos, nossas investigações mostram que eles constroem representações em relação ao mundo e às questões que aprendem na escola. E elas vão mudando de acordo com a idade.

Qual o papel da escola, como instituição, nesse processo?
DELVAL
Tomar como base os conceitos infantis para ajudar a transformá-los em conhecimento científico. Muitas vezes, o professor parte do pressuposto de que a criança chega à escola sem conhecimento, e não é assim. Ela sabe menos que os adultos, mas tem o domínio de outras competências, como a tecnologia. O desenvolvimento do conhecimento da turma depende do que ela já conhece.

Como deve ser isso na prática?
DELVAL O ideal é primeiro apresentar o problema e, depois, formas de chegar à solução. Muitas vezes, a escola faz exatamente o contrário: dá soluções para coisas que ainda não representam um problema na cabeça dos estudantes. Daí a importância de trabalhar com base no pensamento deles. Sabendo como aprendem, o professor pode levar em conta as dificuldades que encontram.

Que ideias infantis podem ser destacadas no que se refere ao desenvolvimento econômico?
DELVAL A primeira realidade econômica com a qual os pequenos se relacionam é provavelmente a loja. Eles aprendem muito cedo que esse é o lugar onde obtêm diversas coisas de que precisam e que isso se dá em troca de dinheiro. Mas, por volta dos 5 anos, não entendem a troca em si. Para eles, o dinheiro é um elemento ritual que permite a compra. Muitas vezes, interpretam que o vendedor devolve mais dinheiro do que recebeu porque olham a quantidade de notas e não o valor delas. Chegam ao ponto de dizer que uma as fontes para obter dinheiro é a loja.

As crianças compreendem o lucro?
DELVAL Não. Veja que curioso: até os 11 anos, as entrevistadas nas pesquisas acreditavam que o dono da papelaria cobra por um lápis o mesmo que paga na compra. Isso se explica pela confusão de valores morais - recebidos por meio dos pais. Elas consideravam o lojista um amigo que estava resolvendo um problema. Muitas diziam, inclusive, que ele oferece os produtos com preço abaixo do custo porque, assim, vende mais. Apesar de estarem imersas em uma sociedade centrada no lucro, não conseguem entendê-lo.

Quem eram os entrevistados?
DELVAL Crianças e jovens da Inglaterra, da Holanda, da Itália e do México. Entre eles, havia quem trabalhava nas ruas como vendedor ambulante e, mesmo nesse grupo, os resultados foram muito semelhantes. Há pequenas alterações de acordo com as faixas etárias, mas os que tinham um melhor conhecimento sobre o processo de compra e venda também não conseguiam entender o lucro.

Por que isso é difícil?
DELVAL Os pequenos têm dificuldade com os cálculos e não conseguem separar o preço por unidade do preço total. Existem também os obstáculos morais: é injusto cobrar mais do que aquilo que custa o produto. Isso representa, na visão das crianças, o mesmo que tomar proveito de alguém ou até mesmo roubar. Só mais tarde elas percebem que as relações de amizade são regidas por normas morais, enquanto as relações econômicas têm outros tipos de regra. Mesmo depois que entendem o lucro, é complicado compreender o sentido de um banco.

Quais as conclusões dos estudos em relação à estratificação social?
DELVAL Tanto no México como na Espanha, quando perguntamos a diferença entre ricos e pobres, as respostas apareceram em níveis de complexidade distintos. Os mais novos deram explicações embasadas em aspectos aparentes e facilmente observáveis. Por exemplo: um menino explicou que um engenheiro ganha mais que um pedreiro porque trabalha mais horas. Provavelmente ele soube que o primeiro ganhava mais, mas, como não diferenciava a "qualidade" dos trabalhos, teve de explicar apoiando-se no volume de horas - outra informação de que provavelmente dispunha.

E entre os mais velhos?
DELVAL Os que tinham entre 10 e 13 anos afirmaram existir dois caminhos, um bom e outro mau: o dos que trabalham e o dos que não trabalham. Eles enxergavam ainda um processo de escalada social. Na faixa que ia até os 16 anos, os jovens já identificavam que a situação de uma pessoa pobre ou rica é gerada por uma série de fatores internos (investimento de tempo em estudos) ou externos (disponibilidade de vagas) e mostravam um pensamento hipotético.

Em seu livro Los Niños y Dios. Las Ideas Infantiles Sobre la Divinidad, las Orígenes y la Muerte, são tratadas as imagens dos pequenos sobre Deus. Quais são elas?
DELVAL
O livro traz os resultados de uma pesquisa que fiz com uma orientanda na Espanha e no México entre os que frequentavam escolas católicas. Em relação a Deus, os pequenos têm uma ideia muito concreta: é uma pessoa vestida com uma túnica comprida, que tem os cabelos brancos e compridos e usa uma coroa. Ele fica no céu, rodeado de anjos. Já os maiores pensam de forma mais abstrata e fazem uma reflexão pessoal sobre o assunto. Para eles, Deus é um sentimento interno que tem a ver com a consciência moral.

Como essas concepções se formam?
DELVAL Uma das principais capacidades do ser humano é criar representações da realidade que o rodeia. Não existe uma realidade que independa do sujeito que a interpreta. Estabelecemos modelos dela e, assim, conseguimos atuar de acordo com eles e fazer antecipações.

Que representações são essas?
DELVAL
As da própria vida social, que incluem, por exemplo, como nos portar diante dos demais e o que esperamos que os outros façam. O ideal é que as pessoas adquiram noções de como funciona o processo de compra e venda, para que serve o dinheiro e qual o seu valor, como se dá a organização política, como são as relações de poder, as diferentes classes sociais e religiões e a função de instituições como a escola, a família e a nação. Além disso, precisam entender como se dão os conflitos entre os grupos.

Todas essas ideias são transmitidas pelos adultos?
DELVAL O fato de o conhecimento ser social e ser transmitido não significa que seja adquirido apenas por cópia ou transmissão verbal. O sujeito que recebe uma informação não se limita a absorvê-la, mas tem de reconstruí-la a seu modo. De outra forma, não seria possível explicar que as concepções de crianças de diferentes idades em relação à sociedade sejam bem diferentes das apresentadas pelos adultos. Ou ainda que as que têm a mesma idade, mesmo que vivendo em diferentes países ou culturas, tenham noções similares de sociedade.

Mas a transmissão ocorre...
DELVAL Sim. O homem é um ser social que só pode se desenvolver em sociedade. O fato é que os adultos fazem com que os pequenos se convertam em membros dessa sociedade ao impor normas, valores, atitudes e formas de comportamento que caracterizam os indivíduos dela. Esse processo é chamado de socialização e é resultado, em parte, da pressão dos outros e, em parte, da atividade de construção do próprio sujeito - o que mapeamos nos estudos que realizamos.

De que modo se dá a construção desses pensamentos pela criança?
DELVAL
Ela recebe informações da família, da escola e dos meios de comunicação: Brasília é a capital do Brasil, médico é uma profissão de prestígio, a bandeira brasileira é azul, amarela, verde e branca etc. Porém, como não esclarecem por que essas coisas são assim, ela constrói uma explicação por si mesma, com os instrumentos intelectuais de que dispõe. Desse modo, aprende desde cedo que para comprar algo é preciso levar dinheiro à loja muito antes de conseguir explicar para que serve o dinheiro.

Em que momento ela alcança a total compreensão sobre isso?
DELVAL
Quando recebe explicações, que vão atuar sobre as normas e os valores e reorganizar tudo: o dinheiro é uma moeda de troca e a bandeira é o símbolo de uma nação, por exemplo. Quando se alcança um grau de entendimento maior, essas explicações proporcionam um novo sentido às normas e valores, tornando possível refletir sobre eles e, inclusive, duvidar de seus fundamentos. É isso que chamamos de pensamento crítico.

Esse é o caminho correto para a autonomia dos pequenos?
DELVAL
Autonomia, do ponto de vista cognitivo, é pensar por si mesmo. Do moral, é atuar de acordo com princípios gerais, que sirvam para todos. Para que isso ocorra, é preciso haver incentivo. Hoje não são dadas responsabilidades a eles, mas todos precisam observar as consequências - para eles e para outras pessoas - de algo errado que fazem. O objetivo, do ponto de vista da Educação moral, é interiorizar regras e normas, que não são cumpridas por castigo, mas porque a consciência diz que facilitam as relações entre diferentes indivíduos. Todos necessitam compreender que a função das regras não é limitar, impedir, castrar e castigar, mas regular as relações entre os indivíduos e estabelecer modelos que facilitam a vida em sociedade.

Qual a conclusão de seus estudos?
DELVAL
A criança enxerga a sociedade de uma forma muito diferente do que o adulto. Para ela, vivemos num lugar sem conflitos, em que todos cooperam e os adultos detêm o conhecimento, que é algo valioso. Os ricos são ricos, e os pobres, pobres - não há níveis intermediários. Acredito que a origem de muitos problemas sociais, hoje em dia, reside na fase em que os adolescentes descobrem que a sociedade não é, de maneira alguma, racional e organizada, como tinham em mente. Eles experimentam, então, a frustração por se sentirem impotentes para mudar a ordem das coisas.

Suas pesquisas focam as ideias infantis em relação à sociedade. Elas podem ajudar a escola a ensinar?

BIBLIOGRAFIA
Aprender a Aprender
, Juan Delval, 168 págs., Ed. Papirus, tel. (19) 3272-4500 (edição esgotada)
Manifesto por Uma Escola Cidadã, Juan Delval, 176 págs., Ed. Papirus, 34,90 reais


Para refletir:


RECOMECE !

Numa aula de Filosofia, o Professor queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Para tanto, ele pegou um vaso de boca larga e dentro colocou, primeiramente, algumas pedras grandes. Então perguntou à classe:
- Está cheio?

Pelo que viam, o vaso estava repleto, por isso, os alunos juntos responderam:
- Sim!

O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram nos espaços entre as pedras grandes. Então, ele perguntou aos alunos:
- E agora, está cheio?

Desta vez, alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:
- Sim!

Continuando, o professor levantou uma lata de areia e começou a derramar a areia dentro do vaso. A areia preencheu os espaços entre as pedras e os pedregulhos. E, pela terceira vez, o professor perguntou:
- Então, está cheio?

Agora, a maioria dos alunos estava receosa, mas, novamente muitos responderam:
- Sim!

Finalmente, o professor pegou um jarro com água e despejou o líquido dentro do vaso. A água encharcou e saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:
- Qual o objetivo desta demonstração?

Um jovem aluno levantou a mão e respondeu:
- Não importa quanto a "agenda" da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguira "espremer" dentro, mais coisas!

- Não exatamente! Respondeu o professor. O ponto é o seguinte: A menos que você, em primeiro lugar, coloque as pedras grandes dentro do vaso, nunca mais conseguirá coloca-las lá dentro.
- Vamos! Experimente. Disse o professor ao aluno, entregando-lhe outro vaso igual ao primeiro, com a mesma quantidade de pedras grandes, de pedregulhos, de areia e de água.

O aluno, começou a experiência, colocando a água, depois a areia, depois os pedregulhos e por último, tentou colocar as pedras grandes. Verificou, surpreso, que elas não couberam no vaso. Ele já estava repleto com as coisas menores. Então, o professor explicou para o rapaz:

- As pedras grandes são as coisas realmente importantes de sua vida: seu crescimento pessoal e espiritual. Quando você dá prioridade a isso e mantém-se "aberto" para o novo, as demais coisas se ajustarão por si só: seus relacionamentos (família, amigos), suas obrigações (profissão, afazeres), seus bens e direitos materiais e todas as demais coisas menores que completam a vida. Mas, se você preencher sua vida somente com as coisas pequenas, então aquelas que são realmente importantes, nunca terão espaço em sua vida.


Recomece. É uma boa sugestão. Esvazie seus vasos (mental, emocional) e comece a preenchê-los com as pedras grandes. Ainda há tempo e ainda é tempo.


Autor desconhecido
http://www.meu.cantinho.nom.br/mensagens/numaaula.asp

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Para refletir:

"É mais fácil obter o que se deseja com um sorriso do que à ponta da espada".
 
William Shakespeare

Vídeo motivador em inglês. Incrível!!!

video


Esse vídeo inspirador mostra como podemos fazer a diferença na vida das pessoas e... na nossa.  Além de ser motivador, é um vídeo em inglês, dá para identificar facilmente algumas falas, pois é falado bem pausadamente.  It’s  amazing!!!

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=PWSMOxOlOac

domingo, 10 de junho de 2012

Asking about directions!

Esse quadrinhos são super divertidos para trabalhar com direções. Enjoy it!



Simple Past


Simple Past


Hello, people!

Vamos observar agora como funciona o verbo auxiliar DID para as formas negativa e interrogativa no passado. Veja a ilustração a seguir:

DID YOU STUDY ENGLISH? = Você estudou inglês?

Repare que o verbo “did” não tem tradução e o verbo “to study” não está na forma regular, mas foi traduzido no passado.

Isso aconteceu porque “did” cumpriu sua função, ou seja, auxiliar o verbo principal (to study) a “ficar no passado”.

Esta, portanto, foi a forma interrogativa. A forma negativa:

I DIDN’T STUDY ENGLISH. = Eu não estudei inglês.

Neste caso, “didn’t” é a forma contraída de “did not” (você pode utilizar esta forma, também). A função de “did” é a mesma vista na forma interrogativa, apenas em posição diferente.

AGORA, É A SUA VEZ!


Dê uma olhada nesta outra ilustração:
Que tal você tentar traduzi-la?

Entendeu tudo sobre regular verbs? Que tal tentar alguns exercícios? Clique no link abaixo, responda as questões e clique em “check” para saber seu desempenho. Depois volte ao blog para deixar um comentário sobre como se saiu com a atividade.
http://www.englisch-hilfen.de/en/exercises/s_past3.htm



http://profjaime2.blogspot.com.br/

Inspiration for today!

sábado, 9 de junho de 2012

Inspiration for today


"The objective of education is to prepare the young to educate themselves throughout their lives."
Robert Maynard Hutchins

Working with movies!

Algumas sugestões de questões para trabalhar com o filme: The Devil wears Prada (O diabo veste Prada). Se quiser mais atividades como essa emuitas outras é só visitar o blog do CEL: http://celteachers.blogspot.com.br/

MOVIE TRIVIAS: The Devil Wears Prada

1. What is the first thing Andy is doing at the beginning of the movie?

( ) a- Looking at newspaper articles

( ) b- Taking a shower

( ) c- Brushing her teeth ( ) d- Cleaning her room


2. What is the first thing Emily says to Andy, other than Andy's name?

( ) a- "What are you doing here?"

( ) b- "Quit!"

( ) c- "Who picked that out for you? Your grandmother?"

( ) d- "Human Resources has an odd sense of humor."


3. How does Emily describe Andy's bag?

( ) a- Foul ( ) b- Disgusting

( ) c- Hideous ( ) d- Ugly


4. What is the name of the publishing company that publishes "Runway"?

( ) a- Clarke-Elias ( ) b- Elias-Clarke

( ) c- Chris-Elliot ( ) d- Elliot-Chris


5. At one point in the film, Nate, Andy, Doug, and Lily are in a restaurant when Miranda calls Andy. Lily takes the phone and it is passed around the table until Andy grabs it from one of her three friends. Which one finally talks to Miranda?

( ) a- Doug ( ) b- Andy

( ) c- Lily ( ) d- Emily


6. Where does Miranda get her coffee from?

( ) a- Starbucks ( ) b- Border's Cafe

( ) c- Dunkin Donuts ( ) d- Tim Horton's


7. What is the name of Emily's friend?

( ) a- Sabrina ( ) b- Sandra

( ) c- Serena ( ) d- Shakira


8. Why is Miranda's flight from Miami to New York canceled?

( ) a- Terrorists ( ) b- One of the pilots was sick ( ) c- The plane had a broken wing

( ) d- A hurricane


9. Who is Patrice?

( ) a- A client of Miranda's ( ) b- A dog

( ) c- A cat ( ) d- A bird

10. What magazine does Andrea Sachs work for?

( ) a- Redbook ( ) b- Cosmopolitan

( ) c- Runway ( ) d- Seventeen


11. How does Miranda end all of her requests?

( ) a- Please go do it. ( ) b- See that you do it.

( ) c- Thank you. ( ) d- That's all.


12. What is "The Book"?

( ) a- A big notebook that has everything in it for the next issue

( ) b- Miranda's planner

( ) c- Miranda's current book she is reading

( ) d- The movie doesn't ever talk about it


13. What brand of coffee does Andrea get for Miranda?

( ) a- Barnie's

( ) b- She doesn't get coffee for Miranda

( ) c- Dunkin' Donuts ( ) d- Starbucks


14. What famous children's book does Miranda ask Andrea to get for her girls?

( ) a- American Girl ( ) b- Eragon

( ) c- Lord of the Rings ( ) d- Harry Potter

15. What city in Europe is Emily going to go to?

( ) a- London ( ) b- Paris

( ) c- Dublin ( ) d- Rome


16. What is Andrea's boyfriend's name?

( ) a- Irv ( ) b- Alex

( ) c- Nate ( ) d- Christian


17. Who is the actress who plays Andrea Sachs?

( ) a- Anne Hathaway ( ) b- Kirsten Dunst

( ) c- Kelly Clarkson ( ) d- Meryl Streep


18. Who tries to take Miranda's place as editor-in-chief at the end of the movie?

( ) a- Emily ( ) b- Nobody. She keeps her job.

( ) c- Andrea ( ) d-Jacqueline Follet


19. After Andrea quits the Runway job, who does she give all of her designer clothes to?

( ) a-No one. She keeps them. ( ) b- Nigel

( ) c-Emily ( )d- Miranda

20. What is Andy's mistake, when she goes to deliver the book for the first time?

( ) a- Puts the Book on the wrong table

( ) b- Listens to the twins

( ) c- Puts the dry cleaning in the wrong closet

( ) d- Talks to Miranda


21. After the incident with the book, Miranda decides to challenge Andy by asking her to bring the twins the unpublished manuscript of a certain book. What book is that?

( ) a- Eragon ( ) b-Harry Potter

( ) c- Inkheart ( ) d-Cirque du Freak


22. Why does Lily get mad at Andy?

( ) a- Andy says mean things to her.

( ) b- She catches Andy getting drunk.

( ) c- She catches Andy kissing Christian.

( ) d- She finds out Andy's going to Paris.


23. Who was originally going to become the President of James Holt International?

( ) a- Nigel ( ) b- Christian

( ) c- Jacqueline Follet ( ) d- Andy


24. Why does Andy quit her job at Runway?

( ) a- She doesn't quit; Miranda fires her.

( ) b- She realizes she hurt a lot of people, when Miranda told Andy she was just like her.

( ) c- She wants a better job.

( ) d- Her feelings are hurt by too many people and she can't take it anymore.


25. In the end, Nate becomes sous-chef at a restaurant in another city. What city is that?

( ) a- Miami ( ) b- Los Angeles

( ) c- Boston ( ) d- Chicago


26. What is the last word said in the film?

( ) a- "Andy." ( ) b- "Stop."

( ) c-"Go." ( ) d- "Boston."


27. What is the name of the Editor-in-Chief of Runway?

( ) a- Miranda Jacobson ( ) b-Maria Jacobson

( ) c-Maria Priestly ( ) d- Miranda Priestly


28. Who is the actress who plays the Editor-in-Chief of Runway?

( ) a- Meryl Streep ( ) b- Julie Andrews

( ) c- Glenn Close ( ) d- Lily Tomlin


29. Who helps Andrea Sachs, the new girl, fit in and become stylish?

( ) a- Her boss ( ) b- Patrick

( ) c- Nigel ( ) d- Emily


30. What are the names of the Editor-in-Chief's daughters?

( ) a- Emily and Elizabeth

( ) b- Hayley and Hannah

( ) c- Louisa and Lilly

( ) d- Caroline and Cassidy


31. What does Andrea really want to be?

( ) a- Journalist ( ) b- Teacher

( ) c- Computer Scientist ( ) d- Meteorologist


32. Andrea gets to go to London with her boss.

( ) a- True ( ) b- False


33. Who is the author of the book that this movie is based on?

( ) a- Lauren Weisberger

( ) b- Meg Cabot

( ) c- Julie Andrews Edwards

( ) d- Sarah Dessen


34. Andrea has to get her boss's coffee every morning at Starbucks.

( ) a- True ( ) b- False


35. What type of bag does Andrea give her friend, Lilly?

( ) a- Marc Jacobs ( ) b- Fendi

( ) c- Louis Vuitton ( ) d- Kate Spade